

Eu simplesmente acordei um dia e quis fazer um blog. Foi assim que surgiu O Refúgio de um Foragido, o espaço em que, neste momento, está aberto em seu navegador de internet. Não tinha a mínima idéia de como começar ou para onde ir com este projeto, só havia a certeza de querer sua existência.
Os primeiros textos, que podem ser consultados no histórico, são emaranhados de frases e pensamentos dispersos. Tudo transcrito sem o menor cuidado, de forma inconseqüente. Talvez um reflexo de imaturidade, de pensar que os outros se interessariam pelos simples relatos do cotidiano.
Os comentários, sejam pessoalmente ou em post, foram muito importantes. Foram eles que ajudaram no desenvolvimento das idéias aqui publicadas e, até mesmo, em um crescimento pessoal. Afinal, conectar o mundo é linkar idéias.
Ligar as coisas se tornou minha linha editorial. Tudo o que seria publicado precisava ter um motivo para estar lá e interessante o suficiente para outras pessoas gostarem. Nem que o real pretexto fosse tão subliminar que só eu soubesse. Com isso tentei preservar minha intimidade e meus leitores de assuntos banais.
E foi assim que O Refúgio de um Foragido cresceu e durou dois anos aqui, no zip.net. Um grande feito, já que a maioria dos blogs morre em seus primeiros seis meses de existência. Até me admiro com os resultados dos motores de busca, que já apontaram, até mesmo, várias visitas internacionais (até da China!).
Minhas idéias, por uma questão de conveniência e organização, começaram a exigir um refúgio mais funcional. Tentei customizar este servidor às necessidades, porém, sem sucesso. Até que encontrei outro canto nesta grande rede mundial, onde pudesse hospedar meus devaneios.
Assim, este é o último post, aqui no serviços zip.net da UOL. Talvez ele se torne um jazigo virtual ou, quem sabe, um acervo digital. O material que considerei mais importante ou “melhor” foi junto comigo para o novo endereço, no Wordpress.
Por último, queria agradecer a todos que acompanharam tudo por aqui e convidar para visitar novo Refúgio de um Foragido (agora, sem o artigo “o”, mas com o mesmo autor). É só você clicar em qualquer parte desta frase, na imagem acima, aqui, aqui, ou aqui e até mesmo aqui.
No mais, nada mais. Até, por aqui, nunca mais.
Joel Minusculi
Que agora cuida do http://www.joelminusculi.wordpress.com
Escrito por Joel Minusculi às 20h43
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