Em cartaz

Escrito por Joel Minusculi às 22h31
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Rola na internet
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O nosso cérebro é doido !!!
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa! |

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Escrito por Joel Minusculi às 18h18
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News from Washington Post
By Luiz Inácio Lula da Silva
Friday, March 30, 2007; Page A17
Tomorrow I will visit with President Bush at Camp David to follow up on conversations we had a few weeks ago in Sao Paulo. We have taken an important first step toward committing our countries to developing clean and renewable energy sources that will ensure the prosperity of our peoples while protecting the environment.
Click here and read the complete column
[Well, my english isn’t very good. But I think this column wasn’t written by Lula, because it’s very interesting and objective. God save the media assistant!].
Escrito por Joel Minusculi às 14h13
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Leitura

O intrigante mundo da mente feminina
A máxima “você encontra tudo na internet” cada dia é menos contestável. Na grande rede é possível topar, até mesmo, com respostas para o intrigante mundo feminino. Nos subúrbios da internet há dois e-books muito interessantes nesse tema - ambos escritos por Nahassen (pseudônimos de Cleber Monteiro Muniz).
Confira o Como lidar com as mulheres, uma espécie de manual prático do usuário para o melhor desempenho da relação.
Para uma leitura mais obscura tem O profano feminino e todo o lado negro dessa força de atração masculina.
Escrito por Joel Minusculi às 10h47
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Da série...
Homer ensina: Evolution
Escrito por Joel Minusculi às 15h19
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Artigo
 Clique na imagem e confira
Escrito por Joel Minusculi às 11h01
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Um dia sem computadores

Para quem lembra, no dia 1º de março postei sobre o Shutdown Day – a campanha por um dia sem o uso de computadores (quem não viu ou não lembra, é só clicar no link). Desculpe se este post parecer muito com o dos “miguxos do meu querido blog”, mas, como pede a campanha, segue abaixo um depoimento sobre as 24 horas de abstinência.
Parte I – Parte II
Categoria: Devaneios
Escrito por Joel Minusculi às 10h24
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Relato - Parte I
Eu consegui!
O Shutdown Day foi proposto para sábado, 24 de março, mas lembrei somente durante a tarde - o erro foi reparado no domingo, 25. Um deslize compensado pelo dia de ócio mais propício para ficar na frente do computador e sem nada que dependa dessas máquinas, que não possa esperar para segunda.
O dia começou relativamente cedo para um domingo: 9h30min. Meus primeiros passos dessa jornada já não começaram bem. Como tenho três estágios para dormir e acordar (um dia explico isso), meu primeiro impulso, após arrumar a cama e antes de ir ao banheiro, foi ir para a sala e ligar o computador.
Porém, por ter desconectado todos os cabos no dia anterior, meu piloto-automático interpretou o estado do PC como um sinal. Dei de ombros – não havia me dado conta da data ainda – e fui para o banheiro. Só durante o café da manhã cheguei ao estágio de total consciência novamente e percebi o que quase fiz.
Conferir caixas de entrada, ver recados no Orkut do dia, responder discussões em fóruns, visitar blogs, baixar músicas, projetar coisas no Photoshop e até jogar Paciência eram proibidos. Então pensei em serviço doméstico, mas lembrei que passei a manhã de sábado lavando roupa e dando uma geral no banheiro, sala e cozinha.
“Então eu tenho essas horas para compensar!”, pensei eu. E, convicto com essa desculpa, fui a passos decididos para o computador. Mas no meio do caminho encontrei meu amigo Rafael* e pensei novamente: “Pô! Eles dizem que eu não saio um minuto da frente do computador. Hoje vou ter que provar o contrário!”.
Conformado, mas com uma vontade voraz de debulhar o teclado e conduzir o mouse, procurei outras coisas para passar o dia. Comecei por responsabilidades da universidade, como organizar papéis, conferir a agenda, ler alguns textos de aula e pesquisa, mas sem fazer trabalhos que dependiam de computador.
Assim a manhã se foi. Passou o almoço e chegou a tarde. Decidi ver TV – uma coisa interessante, já que a um bom tempo troquei a dependência pelos horários dela, pela praticidade de ver o que quiser a qualquer momento pela internet. Porém, não agüentei 10 minutos daquele suplício, que só variava de canal e transmitido para todo o Brasil, que era a programação da TV aberta.
(continua abaixo)
Escrito por Joel Minusculi às 10h17
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Relato - Parte II
(continuação)
Ainda no começo da tarde, o dia estava bonito, com sol radiante e temperatura agradável. Pensei em convidar alguém para um passeio. Mas minha comunicação com o mundo era limitada: sem computador, também não tinha MSN, Orkut e e-mail. Como universitário e sem dinheiro para recarga, tinha créditos no celular somente para uma mensagem – o que considerei suficiente.
Mandei a mensagem e esperei. Agora eu tinha mais um motivo para fazer o tempo passar. Fui então pôr a leitura em dia: um capítulo do livro de cabeceira (Othon – O Arqueiro, de Alexandre Dumas), terminar a revista Piauí de fevereiro e a Veja de três semanas atrás. Realmente, minha leitura precisava desse dia.
Depois disso, olhei pela janela. Final de tarde, o sol se escondia mais cedo atrás de algumas nuvens de chuva. Sem sinal de resposta à mensagem (só na manhã de segunda fiquei sabendo que a pessoa estava sem bateria e não viu a mensagem no domingo) decidi jogar videogame – apesar de ter um processador, ele não é considerado um computador! Assim o tempo passou voando, até chegar a hora de ir para a cama, mais cedo que o habitual.
Conclusão
O computador não foi extremamente necessário neste dia. Pude variar um pouco a rotina, mas, infelizmente, tive que abandonar o blog e tudo o que está por trás dele. Ao invés de só “baixar” as coisas direto para cabeça, tive tempo de refletir. Comprovei que a programação dominical da televisão ainda não melhorou – como o cérebro da Joelma, do Calypso, ainda não virou um milkshake de tanto ela balançar a cabeça? Por concentrar meus contados só no mundo virtual, ficou difícil ter algum contato real com alguém. Esse dia foi uma experiência, com constatações interessantes. Resta agora refletir sobre e colocar em xeque a dependência crescente pela tecnologia, tanto minha, quanto de muitas outros por aí.
* Rafael é blogueiro no Ampulheta e divide o apartamento com Vinicius, blogueiro no Arcoirá, e com Joel, blogueiro no Refúgio de um Foragido.
Escrito por Joel Minusculi às 10h16
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