Onde está a minha bazuca?

 

Sem nenhum compromisso (urgente) numa manhã típica de inverno no sul, a situação é propícia para ficar mais alguns minutos na cama, envolver-se nos cobertores e afundar no colchão. O conforto da situação é convidativo e a paz reina... até que um filho de uma senhora que não tem culpa dele ser assim se candidata a um cargo político, coloca um carro de som na rua todos os dias pela manhã, em alto e bom som evocando o nome dele. E como pombas espantadas no parque, o meu sono tranqüilo vai-se embora.

 

É nessas horas que eu me pergunto:

 

Por que eu não tenho uma bazuca nessas horas?