Devido à problemas técnicos (odeio quando os posts são engolidos) esta atualização está atrasada. Mas tudo bem, hoje é sabado e tenho muito tempo livre.

Estava eu esta semana voltando para o apartamento, como faço normalmente, mas devido a uma prova de Língua Portuguesa consideravelmente fácil, fui até outro ponto de ônibus para pegar a Praiana (pegar, porque o transporte público aqui é digno de outra história). E nesta ida ao ponto, observei já de longe uma construção que pessoas de todo mundo (inclusive na Índia, com milhares de deuses, como vi esses tempos atrás em uma apresentação de TCC) pelo simples símbolo que carrega reconhecem de longe. Este símbolo que leva a lembrança de uma figura muito conhecida. Por esta construção entram, regularmente, em horários "sagrados".

Sim meus amigos, estou falando do Macdonald's® e da grande figura que é representada, o palhaço Ronald. Muitos dizem que este lugar é a personificação perfeita do sistema capitalista, pois trabalha num sistema de produção à la fordismo. Tudo é sistemático, conheço pessoas que trabalhas nessas lanchonetes e pelo que ouço acho que não é um dos melhores lugares para se trabalhar (odeio rotinas). Conheço também pessoas que gostam, acham indispensável e até arrisco dizer que são viciadas nos lanches (?) do lugar. Comparado ao preço (ouvi essa semana também que um lanche normal do Macdonald's custa o mesmo que as três refeições regulares de nosso dia-a-dia) prefiro ainda os lanches que comia em minha cidade, onde que por menos de R$ 6,00 você recebe um prato literalmente gigantesco de lanche (e olha que eu tenho um bom apetite).

Bem, não vou discutir se é certo ou errado comer lá, se existe subliminariedade nas cores ou nos símbolos (alguém pensou Teoria da Conspiração? Talvez até possa alguma outra hora comentar isso...) mas vou transcrever uma "historinha" que minha mente em um pico de criatividade bolou acerca dos lanches do Mac. Como uma boa lenda urbana, as linhas que seguirão são o resultado de uma análise com toda a informação recolhida nestes ano de conhecimento acerca da existencia do local.

ATENÇÃO: SE VOCÊ ESTIVER CONSUMINDO UM LANCHE DO MAC AO LER ESTA PARTE, PARE!!!

Vocês já repararam que todas as construções do Mac estão sempre mais elevadas que o normal do chão? Como se tivesse em cima de alguma coisa? Pois bem, abaixo de cada lanchonete existe um calabouço, onde que não existe iluminação. Nesse local estão enclausuradas criaturas de um tamanho acima da média humana, grotescas, sem nenhum pelo ou osso no corpo. De composição humanóide, são albinos e robustos, com grandes garras que fazem o corpo pender para a frente. As criaturas são alimentadas com os restos dos lanches que as pessoas deixam nas bandeijas. Mas o mais impressionante, é que as próprias criaturas são a base dos lanches. Sim!!! Elas são jogadas em grandes moedores de carne (sem as víceras). Por isso o gosto dos lanches é diferente dos demais. Com as víceras é preparado o tão famoso "molho secreto" que ninguém descobriu a base pelo simples fato de ser algo tão repugnante.*

Mas é isso então. Nunca comi até hoje e nem tenho vontade de comer lá (pra não dizer, comi uma vez 1 (uma) batata de lá, mas enquanto eu não "descobrir" a procedência da patata estou tranquilo). Brincadeiras à parte, semestre então TERMINOU. Simplesmente superou minhas expectativas, digno para o próximo post que será o balanço desses primeiros seis meses. No mais? Tudo tranquilo, vou organizar algumas coisas que ficaram para largadas nessa semana e talvez ainda hoje poste o próximo post.

* Toda e qualquer informação contida é simplesmente fruto de uma mente que agregou fatos com fantasia em uma forma de quebrar a monotonia da realidade maçante. Toda e qualquer semelhança é um "chute" dos bons na dedução.



Escrito por Joel Minusculi às 14h13
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O Grito

Grito com as forças que tenho

Em meu Coração

Grito para os amigos

Que me estendem a mão

Grito pelas luzes

Que resplandecem no alto

Grito pelos pobres

Que dormem no asfalto

Grito para o mar que é imenso

Que quase não tem fim

Grito à poesia

Que clama dentro de mim

Grito para as montanhas

Só o eco me responde

Grito para o amor

Que se afasta e se esconde

Grito e minha voz

Soará na imensidão

Grito a todo mundo

Por um pouco de atenção

Foragido



Escrito por Joel Minusculi às 22h26
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